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Provisão da Comissão Pró-Diocese

Aos 26 de julho de 1907, Dom Duarte Leopoldo e Silva, Bispo Diocesano de São Paulo, nomeou a comissão para formar o patrimônio da futura Diocese de São Carlos, constituída assim: Monsenhor Agnello de Moraes (Presidente), Coronel José Augusto de Oliveira Salles, Major José Ignácio de Camargo Penteado, Joaquim de Meira Botelho de Abreu Sampaio, Capitão Delfino Martins de Camargo Penteado, Dr. Firmiano de Moraes Pinto, José Rodrigues de Sampaio, Tenente Coronel João Evangelista de Toledo e Bento Carlos de Almeida Botelho; em Santa Eudóxia: Dr. Zacharias Fernandes Vinhas, Capitão Ernesto Branco de Villena, José Joaquim de Faria e José joaquim de Araújo Cintra. A provisão foi assinada por:

Monsenhor Dr. Francisco de Paula Rodrigues – Vigário Geral.
Monsenhor Dr. Benedito de Souza – Secretário do Bispado.

Bula Canônica
A Diocese de São Carlos foi criada a 7 de junho de 1908 pelo Papa Pio X através da bula diocesium nimiam amplitudinem desmembrada integralmente da então Diocese de São Paulo. Pela mesma bula foram criadas as Dioceses de Campinas, Botucatu, Ribeirão Preto e Taubaté, e ainda elevada a Arquidiocese e Sede Metropolitana a Capital Paulista, vindo assim a construir a primeira Província Eclesiástica de São Paulo, constituída pelas novas dioceses mencionadas, incluindo a Diocese de Curitiba que, em 1908 abrangia os Estados do Paraná e Santa Catarina. Até então a diocese de São Paulo fazia parte da Província Eclesiástica do Rio de Janeiro.
Nos anos seguintes, a multiplicação e desmembramentos de novas dioceses gerou a necessidade de novas Províncias Eclesiásticas no ano de 1958, o Papa Pio XII elevou 4 novas sedes Metropolitanas, entre as quais Campinas, e desde então São Carlos tornou-se sua sufragânea.
A Diocese em 1908
Criada a Diocese, esta ficou constituída pelas seguintes paróquias cujo ano de criação segue entre parênteses: Araraquara (1817), Brotas (1843), Jaú (1853), Jaboticabal (1857), São Carlos (1858), Dois Córregos (1866), Barretos (1877), São José do Rio Preto (1882), Ribeirão Bonito e Bariri (1885), Boa Esperança do Sul e Ibitinga (1891), Bocaina e Itirapina (1891), Taquaritinga (1897), Matão, Dourado, Monte Alto e Itápolis (1898), Novo Horizonte e Analândia (1899), Bebedouro e Guariba (1900), Itapuí, Monte Azul Paulista, Pitangueiras e Taiaçu (1902), Barra Bonita (1903) e Ibaté (1906)A Diocese, criada a 07 de junho de 1908, foi instalada aos 22 de novembro do mesmo ano, quando à posse do 1.º Bispo.A Igreja Matriz de São Carlos foi elevada a Catedral Diocesana.

A Diocese de São Carlos e os Seminários
Seminário Diocesano de São Carlos

O Seminário é uma instituição da Igreja, onde o garoto ou jovem que já tem um certo desejo de ser padre vai conviver com outros colegas que têm esse mesmo desejo, para conhecer mais profundamente a Vocação Sacerdotal e, assim, fazer uma Opção (escolha) mais consciente e livre. Os que decidirem ser Padres terão a sua caminhada de formação acompanhada por uma equipe de Sacerdotes, sob a orientação do Bispo Diocesano ou do Superior da sua Congregação. Os que não quiserem ser padres continuarão a sua caminhada cristã engajados nas Comunidades de onde vieram. Os Seminários eram conhecidos como Seminários Menores e Seminários Maiores. Nos Seminários Menores são recebidos garotos que compreendem o nível de estudos da 5.a série do 1.º grau até à 3.a série do 2º grau, na faixa de idade dos 11 aos 18 anos mais ou menos. Os Seminários Maiores compreendem os Cursos de Filosofia (3 anos) e de Teologia (4 anos), cursados depois do 2.º grau e na faixa de idade média de 18 a 25 anos.
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Seminário Menor Diocesano de São Carlos
No Estado de São Paulo, na década de 1930 só existiram Seminários Menores, em Campinas, Botucatu, Taubaté e Pirapora. Essas Dioceses tinham os seus próprios padres, enquanto que, em nossa Diocese, os padres eram estrangeiros, em sua maioria. Na cidade de São Carlos, por ex., havia, na época, 11 padres portugueses e apenas 3 brasileiros: Padre Ruy Serra, o Bispo D. Homem de Mello e Dom Gastão Liberal Pinto, Bispo Coadjutor. Era urgente, portanto, formar o próprio Clero Diocesano de São Carlos. Houve um grande trabalho de promoção vocacional e de recrutamento para a formação sacerdotal, através dos Vigários e da Obra das Vocações Sacerdotais, instituição cuja existência era obrigatória em todas as Paróquias, por Decreto de D. Homem de Mello, tornara-se o Bispo Diocesano. Até o ano de 1934, os candidatos da Diocese ao Seminário Menor eram enviados a Pirapura, que era o Seminário Menor da Arquidiocese de São Paulo, sob a orientação dos Cônegos Premonstratenses Belgas. A primeira idéia de D.Gastão era de se construir o Seminário em Jaú, mas a opção mais viável foi São Carlos. No início de 1935, o Padre Ruy Serra, que era diretor do Ginásio Diocesano (hoje pertencente aos Irmãos Lassalistas), consegue, com o apoio do Bispo D.Gastão e com a colaboração do Mons. Alcindo Alves Siqueira, lançar a primeira semente do que seria o Seminário Menor Diocesano de São Carlos. Foram reservadas duas salas no Ginásio Diocesano para abrigar os meninos que quisessem ser Padres: uma sala para dormitórios e outra para estudos. A primeira turma era de 12 alunos, dos quais ninguém ficou padre. Os seminaristas participavam das Aulas (admissão e as séries ginasiais) e recebiam alimentação do próprio Ginásio Diocesano. Havia ainda, para os seminaristas, estudos complementares de Português, Latim e Grego, sob a orientação do Mons. Alcindo, que era, no início, o único responsável pelo Seminário que nascia. Contudo, para dar uma formação sacerdotal mais adequada, de acordo com a época, era necessário Ter um local próprio. A Diocese já tinha o terreno, ao lado do Ginásio Diocesano. Tratava-se da chácara que fora comprada dos herdeiros do Major José Inácio por 35 contos de Réis. Era preciso construir o prédio do Seminário. D. Gastão ganhara 30 contos de Réis de uma benfeitoria e D. Ruy Serra acrescentou mais 20 contos, retirados do saldo acumulado do Ginásio Diocesano, e construiu a primeira parte do Seminário Menor: um dormitório (ao lado da capela). Depois foram construídos aos poucos, com os saldos do Ginásio, os banheiros, sala de estudos, outro dormitório, o pavilhão de entrada com reitoria, sala de visitas e salas de aulas. Tudo isso foi construído no final da década de 30 e início de 40. Logo que D. Ruy tomou posse como Bispo Diocesano, em 1948, os seminaristas passaram a ter aulas no próprio Seminário. Em maio de 1950, foi feito um rebaixamento no porão da sala de estudos, construindo-se aí o refeitório e a cozinha. Assim, a partir de 1951, os seminaristas começam a fazer também as refeições no próprio Seminário, tornando-se este, portanto, independente do Ginásio Diocesano. Durante todo esse tempo, ao terminarem o Seminário Menor, os Seminaristas eram enviados para fazer os cursos de Filosofia e Teologia, sucessivamente, no Seminário Central do Ipiranga (em São Paulo), Aparecida do Norte, Belo Horizonte e Diamantina (MG)...até que, no ano de 1968, foi criado o curso de Filosofia em São Carlos, funcionando primeiro no prédio do Seminário Menor. No ano seguinte, foi inaugurado o prédio próprio para o Seminário Maior Diocesano (Curso de Filosofia), junto ao Seminário Menor já existente. Muitos seminaristas de outras dioceses cursaram também a Filosofia em nosso Seminário. Nesses últimos anos foram construídos um refeitório, uma copa-cozinha e foi feita uma reforma no antigo galpão, para acolher diversas promoções culturais e festivas. Com a mudança da orientação da Igreja sobre o recrutamento vocacional e a formação sacerdotal, diante das transformações do mundo, o Seminário Menor foi deixando de receber os alunos para as diversas séries do 1.º e 2.º graus sucessivamente. E, atualmente, os poucos alunos do segundo grau, que estudam no Colégio Diocesano ( e recebem complementação de estudos no Seminário), passaram a morar junto aos alunos do Curso de Filosofia, ficando desativado o Prédio do Seminário Menor. Graças a todo esse trabalho, a situação da Diocese de São Carlos, hoje, é bem diferente daquela da década de 30. O Seminário de São Carlos já formou mais de 140 padres, tendo, portanto, um Clero próprio na sua maioria, auxiliado por algumas Congregações Religiosas. Equipe de formação atual: Pe. Leonildo Guasqui – Reitor . Pe. Aymoré S. Rocha – Diretor Espiritual.
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A Teologia
O tempo mais específico da Formação Sacerdotal é o Curso de Teologia. Depois da Teologia no Seminário Central do Ipiranga em São Paulo, tivemos seminaristas cursando teologia em outros Seminários ou Institutos como os de Belo Horizonte, Diamantina, Curitiba (Studium Theologicum), São Paulo, no Pio XI (Lapa, com os Salesianos) e na Faculdade de Teologia Nossa Senhora Assunção (Ipiranga, São Paulo). A partir de 1978, até o presente, o curso de Teologia tem sido feito no Instituto de Teologia e Ciências Religiosas da Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUCCAMP). No início, os nossos seminaristas moravam juntamente com outros colegas da Província Eclesiástica de Campinas, no Seminário dos Padres Estigmativos (1978-1980). O Seminário de Teologia da Diocese, isto é, a residência de nossos seminaristas em Campinas, está localizado no bairro Chácaras Primavera e denomina-se "Casa de Formação São Carlos", inaugurada aos 25 de março de 1981. A equipe de formadores contava com o Pe. Carlos Antonio Jorge (Reitor) e Monsenhor José Maria F. Braga (Diretor Espiritual). Equipe de Formação Atual: Pe. Sérgio da Rocha – Reitor. Diretores Espirituais – Pe. José Alfeu de Pereira, Pe. Marcos Antonio Guidelli e Pe. Aymoré Saturnino da Rocha.
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O Propedêutico
De acordo com a Exortação Apostólica Pastores dabo vobis, n.º 62, a Diocese iniciou aos 3 de março de 1993, na cidade de Jaú, o "Propedêutico", com cinco jovens vocacionados. No primeiro ano, o Propedêutico Nossa Senhora do Patrocínio funcionou em uma casa alugada, à Rua Visconde do Rio Branco, n.º 817 e tendo por Reitor o Côn. Francisco José Zugliani. No dia 2 de março de 1994, foi inaugurada a Nova Casa de Formação, à Rua Lourenço Prado, n.º 18. Na ocasião, estiveram o Sr. Bispo, Dom Constantino, o Reitor do Propedêutico, Côn. Zugliani, o diretor espiritual, Pe. Morales e os demais colaboradores. Depois de serem apresentados, os noves alunos do Propedêutico foram convidados pelo Sr. Bispo a "enfatizar a vivência em comunidade, numa sincera caminhada vocacional de discernimento à luz do Evangelho e da missão da Igreja nas circunstâncias atuais." Reitor: Pe. Luiz Gonzaga Féchio.
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O "Seminário em Jaú"
O primeiro projeto do Seminário Diocesano, onde foram lançados os fundamentos e a construção do prédio, foi na cidade de Jaú, por Dom Gastão Liberal Pinto, em 1935. A idéia não foi adiante e o prédio ganhou outras finalidades. Em 1950, Dom Ruy Serra criou o "Seminário Preparatório"de Jaú e nomeou Reitor o Padre Francisco Serra, seu irmão, pelo protocolo 6.402 de 5 de março de 1950. Segundo Dom Francisco José Zugliane, o Seminário Preparatório durou cerca de dois anos apenas e, entre seus ex-alunos, passaram os sacerdotes Pe. João Carlos Perez Bonilla e o Cônego Antonio Galvão, O. Praem.

Bispos da Diocese de São Carlos
Apresentamos a seguir todos os Bispos da Diocese de São Carlos, confira todos os dados relativo a cada Bispo e as conquistas da Diocese a cada momento.

1º Bispo: Dom José Marcondes Homem de Melo

O Papa Pio X designou nosso primeiro Bispo da Diocese de São Carlos o Exmo. E Revmo. Sr. Dom José Marcondes Homem de Melo, Arcebispo titular de Ptolomaida, por nomeação de 9 de agosto de 1908, com o título de Arcebispo-Bispo.

Nasceu em Pindamonhangaba (SP), a 13 de setembro de 1860. Estudou no Colégio do Caraça dos Padres Lazaristas, em Minas Gerais, e cursou ciências eclesiásticas no Seminário de São Paulo. Foi ordenado Padre pelo Bispo de São Paulo Dom Lino Deodato Rodrigues de Carvalho, a 11 de março de 1883. Exerceu as funções de Vigário Paroquial de Taubaté (18830, Pároco de São Roque (1883-1885), Pároco de Imaculada Conceição de Cruzeiro (1885-1888), Pároco do Bom Jesus do Brás, na capital (1888-1906). Foi nomeado Cônego Catedrático, pelo Bispo Dom Joaquim Arcoverde, a 20 de novembro de 1894. Recebeu da Santa Fé a Medalha Pró-Ecclesia et Pontifice, a 10 de julho de 1900, e foi nomeado Monsenhor Camareiro Secreto do Papa Leão XIII a 3 de abril de 1902.

Eleito Bispo da então Diocese de Belém do Grão Pará a 26 de abril de 1906, e cinco dias após, a 1º de maio, com a elevação daquela sede à categoria de Arquidiocese, foi Dom José Marcondes promovido seu primeiro Arcebispo. Recebeu a ordenação episcopal em Roma, no colégio Pio Latino Americano, pela imposição das mãos do Cardeal Merry del Val – Secretário de Estado de Pio X, a 29 de junho daquele ano, com assistência de Dom José Camargo Barros, colega de seminário e de ordenação sacerdotal, Bispo de São Paulo e também na presença de Dom Francisco do Rego Maia, seu predecessor, Bispo emérito de Belém e promovido Arcebispo titular de Nilópolis. Nessa ocasião, Dom José Marcondes recebeu o pálio arquiepiscopal. De volta ao Brasil com seu companheiro Dom José de Barros, a bordo do Vapor Sírio, naufragou nas alturas do cabo de Palos no litoral da Espanha, a 4 de agosto de 1906. Conta a Poliantéia de São Paulo "que ao descer Dom Marcondes à cabina, achou-a invadida pelas águas, conseguindo um só salva-vidas. Ao voltar, encontrou Dom José de Barros desoladíssimo; a fé era sua consolação. Ajoelharam-se ambos e se absolveram. Dom José absolveu depois os beneditinos e os que se atiravam às águas. Dom Marcondes insiste com Dom José de Barros, dizendo: Ö navio vai afundar! Seguremo-nos ambos neste salva-vidas, dá para os dois! Segure bem, com força, não largue! Nós iremos ao mar, mas nos salvaremos! A terra está perto; ali passam dois navios que nos mandarão socorros. Coragem, Sr. Bispo, coragem.!"

Não se sabe se Dom José de Barros perdeu as forças e largou o salva-vidas, ou se o recusou em favor de Dom Marcondes, vendo que para os dois seria inútil."

Mons. Paulo Florêncio da Silveira Camargo, grande historiador eclesiástico, cita o seguinte: "O fato que o Sr. Luiz Cartopassi, meu paroquiano, me contava sempre que, sendo o último a sair do navio, viu o venerando Bispo de São Paulo, Dom José de C. Barros, que se apoiava em uma corda de navio, já com água até a cintura. Levantou a mão direita e, num esforço sobre-humano, deu a absolvição geral aos morimbundos. Não podendo mais segurar a corda, caiu; uma onda o levou ao mar e lá sumiu dentro das águas". Seu corpo foi encontrado na costa Argelina, em Setembro seguinte, e transladado para São Paulo. Jaz na cripta daquela Catedral.

Salvou-se o Arcebispo Dom José Marcondes que, depois de três horas de angústia nas águas do mediterrâneo, foi recolhido por um barco de pesca. Chegando ao Brasil, sensivelmente traumatizado, renunciou à Arquidiocese de Belém, sendo nomeado Arcebispo Titular de Ptolomaida, a 6 de dezembro do mesmo ano. A transferência para São Carlos ocorreu por nomeação de 9 de agosto de 1908, sendo triunfalmente recebido a 22 de novembro daquele ano.

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Episcopado de Dom José Marcondes Homem de Mello
Dom José Marcondes esteve à frente da Diocese de 1908 a 1935, quando entregou o governo da Diocese ao Bispo Coadjutor e retirou-se para São Paulo, constituindo o mais longo período até hoje. Contava com 48 anos de idade ao assumir a Diocese.

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Colégios Católicos
Colégio São Carlos – Teve seu início em primeiro de fevereiro de 1905, portanto é anterior à Diocese, com a chegada das Irmãs Sacramentinas da França: irmã de Saint Odilon. A inauguração do prédio atual ocorreu a 14 de junho de 1914. Localiza-se à Rua Episcopal, 1859, em São Carlos.

Colégio São Norberto – Em 1915 os Cônegos Premonstratenenses vieram para a Diocese, precisamente para a cidade de Jaú, onde dirigiram por muitos anos o Colégio. Hoje os Cônegos atuam na pastoral e nas atividades específicas da Ordem, tendo deixado as atividades do Colégio.

Colégio Diocesano – Fundado a 7 de março de 1923, por Dom José Marcondes, com o nome de "Gymnasio Municipal", durante alguns amos chamou-se "Ginásio Diocesano de São Carlos". O Monsenhor Ruy Serra dirigiu a instituição por 18 anos (1930-1948), até sua nomeação como Bispo Diocesano.

A Mitra Diocesana transferiu a propriedade e a administração do Colégio aos Irmãos Lassalistas em 1957. Hoje denomina-se Centro Educacional Diocesano La Salle, localizado na Avenida José Pereira Lopes, 252, São Carlos.

Colégio Progresso – No dia 24 de maio de 1924, Araraquara via surgir o Colégio progresso, cuja batalha para consegui-lo teve seu início em junho de 1923. Contou com a participação do Dr. Bento de Abreu Sampaio Vidal, líder político proeminente daquela época, e de Dona Emília Meira, diretora do Colégio Progresso de Campinas.

Durante 25 anos esteve sob a direção de D.Julie Vilac, o Colégio Católico para as jovens araraquarenses.

O colégio passou por muitas transformações e cursos desde Infantil, 1º, 2º, 3º graus, com a Faculdade de Secretaria Social.

Localiza-se à Rua Padre Duarte, 1463, Araraquara.

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Sacerdotes ordenados no Episcopado de Dom José Marcondes
Foram ordenados, nesse período, os seguintes sacerdotes diocesanos: Pe. João Carreli (1908), Pe.Sebastião de Oliveira (1912), Pe.Primitivo Mazzei, Mons.Antonio Ramalho e Mons.Francisco Serra (1902), Pe. Carlos Simões da Rocha (1921), Dom Ruy Serra (1923), Mons. Simão Backer (1930), Mons.Alcindo Carlos Veloso de Siqueira (1931) e Pe. Renato Camargo (1933).

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As Paróquias criadas foram
Santa Eudóxia, Itajobi, Mineiros do Tietê, Olímpia, Tabapuã, Viradouro e Torrinha (1910), Ariranha (1911), Taiúva e Corumbatai (1912), Ibirá (1913), Catanduva (1915), Cajobi, Nova América e Santa Adélia (1916), Pirangi e Colina (1918), Fernando Prestes (1919), Uchoa, Guaraci, Cedral e Borborema (1921), Monte Aprazível e Mirassol (1922), José Bonifácio e Dobrada (1923), Santa Lúcia e Rincão (1924), Potirendaba, Nova Granada e Tanabi (1926), Severínia (1928), Pindorama e Urupês (1929), Tabatinga (1933) e Irapuã (1934).

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Em 1934, recebeu Dom Gastão Liberal Pinto como Bispo Coadjutor; assumindo este o governo diocesano, Dom José Marcondes retirou-se para São Paulo, onde faleceu aos 15 de outubro de 1937, com 77 anos de idade; seu corpo foi transladado para São Carlos, na cripta da Catedral.

 

2º Bispo: Dom Gastão Liberal Pinto

Dom Gastão Liberal Pinto foi o segundo Bispo diocesano de São Carlos. Nasceu em São Paulo, a 22 de abril de 1884 e aí se ordenou aos 06 de março de 1910 por Dom Duarte Leopoldo e Silva, Arcebispo Metropolitano de São Paulo.

Na qualidade de Padre, foi estudante de Direito Canônico na Universidade Gregoriana de Roma (1910-1913). De volta ao Brasil, foi lente de Direito Canônico e de Teologia Moral no Seminário Episcopal de São Paulo e ainda defensor do vínculo no Tribunal Eclesiástico da Arquidiocese (1913-1921), Capelão Militar da Força Pública de São Paulo e do Exército (1914), Pároco de Santa Efigênia (1919-1930) e Vigário Geral da Arquidiocese (1930-1934).

Escolhido Bispo pelo papa Pio XI, aos 24 de março de 1934, foi ordenado, a 20 de maio por Dom Duarte Leopoldo e Silva, como Bispo titular de Ippo, com funções de coadjutor de São Carlos, e assumindo como Bispo Diocesano aos 15 de outubro de 1937.

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Episcopado de Dom Gastão Liberal Pinto
Dom Gastão Liberal Pinto teve as seguintes realizações: Fundou o Seminário Menor Diocesano (1935), 1.º Sínodo Diocesano (11 a 13 de fevereiro de 1941) em que foram promulgadas as Constituições do Bispado de São Carlos, 1.º Congresso Eucarístico Diocesano (28 a 30 de agosto de 1941), início da construção do Seminário Diocesano (09/07/1941), Convocação das "Conferências Eclesiástica"(agosto de 1943) para execução das Constituições Sinodais Diocesanas.

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Em seu episcopado foram ordenados
Monsenhor Romeu Tortorelli (1935), Pe. Ludwig Zankl (1936), Pe. José Arquimedes Gallo (1940), Pe. Teodoro Bibiano (1941), Pe. João Jansen, Pe. Alaor Abud Silva (1942), Pe. Henrich Zimmermann (1943), Côn. Gregório hubert Beule e Dom José de Aquino Pereira(1944).

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Nesse período foram criadas 7 paróquias
São Sebastião de Jaú, Santo Antonio de Gavião Peixoto (1935), Santo Antonio de Araraquara, São Sebastião de Itajú, Santa Cruz de Potunduva (1936), Nossa Senhora do Carmo de Araraquara e Santo Antonio de São Carlos (1944).

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Dom Gastão faleceu no dia 24 de outubro de 1945 no Palácio Episcopal, à Rua Nove de Julho, que ele mesmo comprara e transferira do Casarão da Rua Episcopal. Preparava-se para ir aos Estados Unidos, em Kansas City, para representar o Episcopado Brasileiro no Conclave dos Bispos americanos. Foi seu corpo levado a São Paulo e sepultado na cripta daquela Catedral devendo retornar neste ano para São Carlos.


3º Bispo: Dom Ruy Serra

Nascido no distrito de Joaquim Egídio, em Campinas, aos 23 de março de 1900, o quarto de cinco filhos, dos quais 2 ordenaram-se sacerdotes, duas freiras e um ex-seminarista.

Estudou em Ateneu Jauense, cursou Filosofia em West Depere Wisconcin, E.U.A; dois anos de teologia na Abadia de Averbode, na Bélgica e dois anos no Seminário de Botucatu.

Ordenado Padre aos 9 de dezembro de 1923 por Dom José Marcondes Homem de Mello, em São Carlos.

O Padre Ruy Serra foi professor e vice-Diretor do Ginásio Diocesano (1924-1925), Vigário Cooperador de Jaú (1926-1927), Pároco da Catedral de São Carlos (1928-1929) e Diretor do Ginásio Diocesano (1930-1948).

Monsenhor Ruy Serra contava 32 anos de idade quando foi nomeado Vigário Geral da Diocese (1933-1945), Liberal Pinto, foi eleito pelos consultores da Diocese Vigário Capitular (1945-1948) durante a "Sede Vacante"em São Carlos.

No período de Vigário Capitular, Monsenhor Ruy Serra autorizou Bispos de outras dioceses a ordenarem os seminaristas de teologia que concluíram seus cursos; assim, foram ordenados os presbíteros: Cônego Armando Antonio Salgado (Dom Manoel D’ Elboux – 1945), Monsenhor Nelson Antonio Romão e Monsenhor José Maria Fructuoso Braga (Cardeal Motta – 1946).

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Episcopado de Dom Ruy Serra
1. Etapa: Posse ao Concílio:Nomeado 3.º Bispo Diocesano de São Carlos a 21 de fevereiro de 1948 pelo Papa Pio XII, foi ordenado a 1.º de maio daquele ano por Dom Paulo de Tarso Campos, então Bispo Diocesano de Campinas e pelos Bispos consagrantes Dom José Carlos de Aguirre e Dom Manoel da Silveira D’ Elboux, respectivamente Bispos Diocesanos de Sorocaba e de Ribeirão Preto. A ordenação episcopal de Dom Ruy foi na Capela do seminário, então Catedral Provisória. Foi Dom Ruy quem construiu a atual catedral no mesmo lugar da antiga Matriz e primeira catedral de São Carlos. Dom Ruy tomou posse da Diocese a 16 de maio de 1948.

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Realizações de Dom Ruy
1948 – Começou a construir o prédio da Cúria Diocesana, no dia 16 de julho.
1949 – Iniciou a demolição da velha catedral (09 de julho)
1950 – Construiu o refeitório do Seminário Diocesano, com 93 alunos matriculados naquele ano, separando definitivamente o Seminário do Ginásio Diocesano.
1951 – Nos dias 23, 24 e 25 de janeiro promoveu o 2.º Sínodo Diocesano e dividiu a Diocese em 08 Foranias (regiões), agrupando assim as Paróquias:

1 - Vigararia Forânea Pio XI: Paróquias de Analândia, Corumbataí, Ibaté, Santa Eudóxia, Catedral (São Carlos), Santo Antonio (São Carlos) e Itirapina.
2 - Vigararia Forânea N. Sra. Aparecida: Paróquias de Gavião Peixoto, Rincão, Santa Lúcia, Santo Antônio (Araraquara), N. Sra. Do Carmo (Araraquara) e São Bento (Araraquara).
3 - Vigararia Forânea Cura d’Ars: Paróquias de Brotas, Dois Córregos, Mineiros do Tietê e Torrinha.
4 - Vigararia Forânea Dom Gastão: Paróquias de Barra Bonita, Itapui, N. Sra. Do Patrocínio (Jaú), São Sebastião (Jaú) e Pontunduva.
5 - Vigararia Forânea Pio X: Paróquias de Bariri, Bocaina, Dourado, Itaju e Ribeirão Bonito.
6 - Vigararia Forânea Bento XV: Paróquias de Boa Esperança do Sul, Ibitinga, Itápolis, Nova América e Tabatinga.
7 - Vigararia Forânea São José: Paróquias de Dobrada, Guariba, Jurupema, Matão e Taquaritinga.
8 - Vigararia Forânea Pio XII: Paróquias de Borborema, Itajobi, Irapuã, Novo Horizonte e Urupês.

1952 – A 15 de outubro, a, a pedido de Dom Ruy, o Papa Pio XII criou através da Bula Divinus Animarum Pastor o Cabido Diocesano, constando de 10 Cônegos Catedráticos e de Cônegos Honorários.
1956 – No dia do padroeiro, São Carlos Borromeu, 04 de novembro, foi aberta ao culto público a nova catedral.
1958 – O Cura da Catedral, Monsenhor José de Aquino Pereira, foi ordenado Bispo na Catedral de São Carlos no dia 14 de abril.
1961 – Colégio Católico em Araraquara – A Congregação dos Missionários do Verbo Divino, tinha um compromisso com Dom Ruy Serra em construir ou adquirir um colégio na cidade. Em 1960, o Prof.Borges Corrêa queria vender o Colégio fundado em 1947; porém, só venderia para uma Congregação Religiosa. Os Verbitas o adquiriram, ampliaram e lhe deram novos cursos. Em 1976, recebeu a denominação de "Colégio Duque de Caxias".
1962 – Início do Concicílio Vaticano II no Vaticano, onde Dom Ruy participou das Sessões Conciliares. Convocado pelo Papa João XXIII, iniciou-se no dia 11 de outubro.
1963 – Retornando do Vaticano, Dom Ruy logo pôs em prática as determinações conciliares, criando a Coordenadoria Diocesana de Pastoral e nomeando para este trabalho, a 7 de março, o Monsenhor José Maria Fructuoso Braga com o título de Vigário Geral para a Pastoral.

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Período pós-conciliar: 1965-1971
1965 – Presidido pelo Papa Paulo VI encerra-se no Vaticano, a 07 de dezembro, o Concílio Vaticano II.
1966 – Motivado pelo Concílio Vaticano II, Dom Ruy Serra criou o Conselho de Presbíteros a 27 de dezembro.
1967 – Em novembro foi fundado o Seminário Maior Diocesano de São Carlos, curso de Filosofia.
1968 – O Curso de Filosofia começou a funcionar em fevereiro.
1969 – Em agosto inaugurou-se o atual prédio do curso de Filosofia.
1970 – Últimos atos de Dom Ruy, nomeia novos Cônegos do Cabido Diocesano: Cônego Lauro dos Santos Moradei – Catedrático, Econômico do Seminário Diocesano; Honorários: Côn. Frederico Jurczick – Pároco de Ibaté, Côn. Simão Backer – Pároco de Irapuã/ Sales, Côn. Armando Salgado – Pároco de São Geraldo de Araraquara e Côn. Gregório Beule – Pároco de Santa Lúcia.
1971 – Entregou o Governo Diocesano a Dom Constantino Amstalden – Bispo Administrador Apostólico – no dia 20 de junho.
1986 – Faleceu em São Carlos, aos 18 de setembro, tendo sido sepultado na cripta da catedral.

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Paróquias criadas (08)
Nossa Sra. das Graças de Araraquara e São Geraldo de Araraquara (1961), Santa Isabel do São Carlos e Nova Europa (1962), Nossa Sra. Aparecida de Araraquara e Nossa Sra. Aparecida de Jaú (1968), N. Sra. Aparecida de Américo Brasiliense (1969), e N. Sra. de Fátima de São Carlos (1970)

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Em seu episcopado: foram ordenados 46 Presbíteros
Côn. Lourenço Cavalini, Côn. Arlindo José Zanotto (1948), Pelegrino Simões (1949), Dom Virgínio Di Pauli, Côn. Aldomiro Storniollo (1950), Pe. Lauro Gurgel, Côn Washington José Pêra (1952), Dom Rubens Augusto Espínola, Côn. Francisco Salles Buck Ferreira, Côn. Amador Romão, Pe. Osmar Ticianelli, Arsênio Gimenez (1953), Afrânio Ramalho Mendonça (1954), Fernando Saroni (1955), Côn. José Pedro Serpa Santos, Pe. Oswaldo Baldan, Joaquim Godoi (1956), Côn. Antônio Desan, Côn. Pedro Gerson Zaninari, Côn. Eutímio Sebastião Ticianelli, Geraldo Chiozzotti (1957), Côn. Antonio Tombolato, Côn,. Hermes José Gaio e Guerino Angelo Anselmi (1958), Mons. Fernando Godoy Moreira, Pe. João Biagioni, José Andreatta (1959), Côn. Bento Braz Belluci (1960), Côn. Lauro dos Santos Moradei, Dom Francisco José Zugliani, Côn. Humberto Lauand, Mons. Luiz Cechinato, Côn. Ednyr Antonio Bazaglia Rôveri, Mário Chizzotti e Rômulo Ibelli (por D. José Aguirre em 1962), Maximino Boschi (1964), Côn. Alberto do Rio, Pe. Francisco Cézar dos Santos, Nelson Gorni (1967), Mons. Luiz Carlos Gonçalves (por D. José Aquino em 1968), Pe. João Carlos Perez Bonílla (1968), Pe. Ivo Storniollo (1969) e Pe. Cláudio Borelli (1970).


 

4º Bispo: Dom Constantino Amstalden

O Papa Paulo VI designou para São Carlos o Sr. Dom Constantino Amstalden, Bispo titular de Hierpiniana, com funções de coadjutor e Administrador Apostólico Sede Plena a 18 de março de 1971.

Dom Constantino nasceu a 7 de julho de 1920, em Helvécia, uma colônia de imigrantes suíços, no município de Indaiatuba/SP, sendo o oitavo de 11 irmãos, entre os quais uma freira salesiana. Os primeiros estudos foram realizados na Escola Paroquial "São Nicolau de Flue" em Helvécia, e o 2º Grau no Seminário Metropolitano em Pirapora do Bom Jesus (1935-1938), Filosofia (1939-1941) e Teologia (1942-1947) no Seminário Central do Ipiranga em São Paulo. Em virtude da 2.a Guerra Mundial e mediante convocação, foram sorteados alguns seminaristas para o Serviço Militar em São Paulo (1941-1944) o que atrasou a sua ordenação, acontecendo a 7 de dezembro de 1947. O Padre Constantino foi Vigário Paroquial de Santo Amaro (1948), no Seminário Metropolitano de São Roque (1949-1969), foi sucessivamente: Professor, Prefeito de Disciplina, Ecônomo e Reitor; Pároco do Divino Espírito Santo da bela Vista em São Paulo (1970). Era Monsenhor (1959) nomeado pelo Papa João XXIII. Monsenhor Constantino era descendente direto de 15.a geração de São Nicolau de Flue, Padroeiro da Suíça. A ordenação episcopal aconteceu a 23 de maio de 1971, na Catedral Metropolitana de Campinas, presidida pelo Arcebispo Dom Antonio Maria Alves de Siqueira e tendo por consagrantes Dom Ruy Serra e Dom Manoel Cintra, Bispo de Petrópolis. A posse como Administrador Apostólico de São Carlos foi aos 20 de junho de 1971.

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Episcopado de Dom Constantino 1971-1995
1971 – Organizou uma Comissão para a elaboração do 1.º Plano Diocesano de Pastoral para o biênio 1972-1973.
1972 – Participou do Curso Especial para Bispos novos em Itaici.
1973 – 2.º Plano Diocesano de Pastoral: Biênio 1974-1975.
1974 – Recebeu o título de cidadão de Barra Bonita.
1975 – 3.º Plano Diocesano de Pastoral (último):
Biênio 1976-1977.
Participou da Escola Sacerdotal em Frascati, Roma. Construiu o moderno refeitório do Seminário Diocesano de São Carlos.
1977 – Reformulo-se o método do trabalho pastoral na Diocese através de um curso de Reciclagem Pastoral, dando-se maior ênfase aos trabalhos nas 4 Regiões Pastorais de acordo com suas características próprias.
1978 – Título de cidadão Sãocarlense.
Vinda dos Padres Salesianos para São Carlos.
1980- Convocou a 1.a Assembléia Diocesana de Pastoral, seguida de outras. Tornou-se em marco de desenvolvimento na Pastoral e desencadeou um processo de comunhão e participação em todo trabalho pastoral.
1981 – Adquiriu uma casa residêncial em Campinas, onde instalou o Seminário de Teologia da Diocese; "Casa de Formação São Carlos".
1982 – 75 anos de Diocese – presença do Núncio Apostólico Dom Carlo Furno.
1983 – Instituiu o Colégio de Consultores da Diocese para o 1.º quinquênio (1984-1988).
Nomeou 16 novos Cônegos Honorários e 4 Cônegos Catedráticos para o Cabido Diocesano. 
1984 – Conselho Diocesano de Pastoral.
1989 – Inauguração da Igreja São Nicolau de Flue – 24 de setembro.
1992 – Escola de Formação de Agentes de Pastoral, funcionando nas 4 Regiões Pastorais.
1993 – Curso Propedêutico – período anual de preparação ao Seminário Maior, em Jaú.
1994 – Plano de Saúde e Dízimo Sacerdotal.
1995 – 07 de julho: 75 anos de idade solicita sua renúncia.
25 de outubro: seu pedido é atendido, é nomeado seu sucessor Dom Joviano de Lima Júnior, SSS.
1996 – Jubileu de Prata Episcopal.
1997 – 14 de fevereiro: Falecimento.

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Paróquias criadas (21)
São Sebastião/São Carlos, Nossa Senhora do Carmo/Araraquara, São Benedito/Jaú (1972), Nossa Sra. Auxiliadora/São Carlos (1978), São José/Araraquara (1981), São Roque/Água Vermelha, Nossa Sra. Aparecida/Matão (1982), São Benedito/Sales (1983), Santa Cruz/Matão (1986), Sant’Ana/Araraquara, Santo Antonio/Barra Bonita, Nossa Senhora Aparecida/São Carlos, Santa Francisca Xavier Cabrini/ São Carlos (1987), São José/São Carlos (1988), São Sebastião/Araraquara, Santa Tereza/Ibitinga (1989), Nossa Senhora do Perpétuo Socorro/Matão, Nossa Senhora Auxiliadora/Jaú (1990), Santa Rita/São Carlos, Sagrada Família/Araraquara (1995) e São Dimas/Araraquara (1996).
Paróquias em formação (2): São João Batista/Araraquara e Divino Espírito Santo/Marapoama (1996).

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Padres Ordenados
Pe. José Aparecido Chio (1973), Dom José Antonio Ap. Tosi Marques, Dom Bruno Gamberini (1974), Carlos Antonio Jorge (1976), Pe. José Antonio, Pe. João Francisco Tr. Morales, Pe. José Antonio Pachielli, Pe. José Luiz Marchioni, João Virgílio Tagliavini, Pe. Celso Maximino José (1978), Pe. Ademir Antonio Michieletto, Pe. José Luiz Ferrari, Pe. Newton Antonio Marques, Pe. Luiz Celso Biffi (João Paulo II), Pe. Braulino Giglioli Júnior (1980), Pe. José Alfeu Pereira, Pe. José Luiz Beltrame, Pe. Romeu Antonio Parolize (1981), Pe. Oswaldo Alfredo Pinto, Côn. Francisco Carlos da Silva (1982), Pe. Celso Luiz Buscariolo, Pe. Sérgio da Rocha, Pe. José Donizetti de Oliveira (1984), Pe. Ivo Daicamp, Pe.Batista Donizetti Costa, Pe. Marcos Antonio Simões Pião, Pe. Aparecido Antonio Zanon (1985), Pe. José Roberto Agostinho, Pe. Carlos Alberto Giacone, Pe. Milton Antonio Vendrameto, Pe. Júlio Cézar Perroni, José Agostinho Salata, Pe. Deusdet Aparecido Zanfolim, Pe.Fioravante Ruffino (1986), Pe. Sérgio Geraldo Paravani, Pe. Moacir Aparecido de Freitas, Pe. Leonildo Guasqui (1987), pe. Antonio Alves Pinto (1988), Pe. Oswaldo Gonçalves Pereira, Pe. Ismael Fraga, Pe. Geraldo Furlan Filho, Pe. Valdir do Carmo André, Pe. Valmir Davi de Oliveira, Pe. Aparecido Nieto (1989), Pe. Luiz Antonio Borin, Pe. Aymoré Saturnino da Rocha Júnior, Pe. José Carlos Frederici, Pe. Mário Dinizetti Floriano Teixeira, Pe. Luiz Gonzaga Fécchio (1990), Luiz Antonio Balista, Pe. Nicolau Sanitá Neto, Pe. Odisnei Eduardo Malaspina (1991), Pe. Pedro de Celso Gardini, Pe. Paulo Fernando Dala Deia, Pe. João Aparecido Rosa, Pe. José Mário Martins Carvalho (1992), Pe. Carlos Aparecido Mapeli (1993), Pe. Heitor Sapatini, Pe. Lorival Antonio de Moraes, Pe. Martins B. da Silva Neto (1994), Pe. Mário Cavaretti Filho, Pe. Nelson da Silva Ramos, Pe. Márcio Beggiato, Pe. João Roberto Campanini, Pe. Gilmar Siqueira, Pe. Edson Maurício, Pe. Marcos Antonio Ghidelli, Pe.Marco Antonio de Souza Gandini, Pe. Márcio Coelho, Pe. José Roberto Bettoni (1995).


5º Bispo: Dom Joviano de Lima Júnior, SSS

Nasceu em Uberaba, Minas Gerais, aos 23 de abril de 1.942. Concluiu os estudos de Filosofia em Belo Horizonte (MG), no Centro de Estudos Padre Machado, mantido pelos Barnabinas. Cursou Teologia em São Paulo, no Instituto de Filosofia e Teologia (IFT). Fez Licenciatura em Filosofia, na Faculdade de Ciências e Letras de Mogi das Cruzes (SP), e Licenciatura em Ciências Sociais, na Faculdade Medianeira FASP, (SP). Além disso, concluiu o Curso de Liturgia do Pontificium Athenaeum Anselmianum em Roma. Publicou os seguintes livros: "Catequese e Liturgia: Temas de Pastoral Litúrgica "- Ed.Salesiana; "A Eucaristia que celebramos"; a coleção intitulada "Celebração da Fé" – Ed. Paulinas. Além do mais, publicou Artigos de Catequese e Liturgia na Revista de Liturgia do Brasil. Foi ordenado Padre em Uberaba, aos 08 de dezembro de 1969. Fez a Profissão na Congregação dos Sacramentinos aos 27 de fevereiro de 1964.

Funções: Pároco de Santa Efigênia em São Paulo, Formado em Filosofia e Teologia, Mestre de Noviços, Superior de várias Comunidades, Provincial (1983-1986), Consultor Geral (1987-1993) e, por um segundo período, iniciado em 1993 até a sua nomeação ao Episcopado, era também Vigário Geral da Congregação.

Episcopado: Eleito Bispo de São Carlos em 25 de outubro de 1995 e ordenado Bispo em 27 de dezembro de 1995, em Uberaba, pela imposição das mãos do Arcebispo Dom Geraldo Majela Agnelo, Secretário da Sagrada Congregação do culto Divino. Tomou posse em São Carlos a 21 de Janeiro de 1996. Embora recente na Diocese, sua ação já se faz sentir, percorreu por mais de uma vez sua vasta diocese, conhecendo; portanto, a situação e a realidade de cada padre e de cada paróquia. Visando implantar o Projeto Rumo ao novo Milênio, instituiu as Coordenadorias do PRNM, dividiu as 4 Regiões Pastorais, sem descaracterizá-las, surgindo 13 Setores pastorais com a participação e o protagonismo dos leigos. Promoveu a 1.º concentração Diocesana, em sintonia com o Congresso Eucarístico de Vitória (ES) e para o lançamento do P.R.N.M., o que aconteceu na Festa de Cristo Rei de 1.996 em Araraquara; e, para os anos seguintes, a promoção de Concentrações nas 4 Regiões Pastorais, avaliando a caminhada do Projeto nos Setores. Encontro do Bispo com os Agentes Representantes da Pastoral nas respectivas cidades: São Carlos, Araraquara, Jaú e Matão; criou a Escola de Formação para Diáconos Permanentes, Escola de Formação para Catequistas na cidade de São Carlos, Equipe de Formação para Coordenadores Leigos; abriu espaços para os Ministros Leigos do Batismo e para matrimônio; determinou o Estágio pastoral antes da Ordenação Sacerdotal para os Diáconos, em tempo integral, nas paróquias; incentivou o Projeto de Evangelização na Diocese, contendo orientações e informações úteis para as Paróquias, Setores e Regiões Pastorais, com tiragem de 10 mil exemplares; promoveu a 13.º Assembléia Diocesana de Pastoral, enfocando a Pastoral do Batismo.

A Pastoral Ecumênica foi implantada na Diocese como apelo do PRNM, apesar das dificuldades. O incentivo constante de Dom Joviano, conseguiu o empenho dos Padres e Comunidades de São Carlos para a colocação no ar do retransmissor da Rede Vida de Televisão, canal 53. Dom Joviano criou novas Paróquias, e outras encontram-se em processo de formação, totalizando 10 comunidades: São Carlos (03), Matão (02), Araraquara (01), Jaú (01), Ibitinga (01), Itápolis (01) e Novo Horizonte (01) em formação. A Cúria Diocesana está informatizada; o Salão Nobre foi dividido em salas para o Bispo Diocesano, Vigário Geral, Vigário Judicial, Chanceler e Secretaria Geral, desafogando os trabalhos na tesouraria e sala de expedientes. Na Residência Episcopal, o antigo refeitório foi reformado, passando a abrigar a Escola de Catequese.

A Administração Diocesana contratou os Serviços de Assessoria Contábil e Administrativa para responder às exigências da legislação atual. Os bispos do Regional Sul-1 da C.N.B.B.. escolheram Dom Joviano como Coordenador da Liturgia no Estado de São Paulo, em virtude de sua capacidade nesse campo; e como Sacramentino, Dom Joviano busca participar de eventos, como o 13.º Congresso Eucarístico Nacional, realizado em Vitória-ES, e o 46.º Congresso Eucarístico Internacional de Wroclaw – Polônia, onde atuou como moderador das mesas redondas em português. Na Festa de Pentecostes de 1998, enviou a "Carta aos Agentes da Pastoral da Crisma", onde afirma seu trabalho e dedicação com tanto carinho nas comunidades, e afirma: "Fui ao encontro dos Agentes da Pastoral da Crisma para escutá-los com atenção. Nesta mensagem, gostaria de partilhar com vocês o que ouvi nos cinco encontros realizados nas quatro Regiões Pastorais: São Carlos, Jaú, Araraquara, Matão e Itápolis." Apresentou o elenco das respostas dadas nos diversos encontros para serem analisadas pelos agentes em equipe, enviou também duas perguntas sobre a preparação e propostas a serem votadas na Assembléia, tendo em vista a Pastoral da Crisma. Como marco do 90º Ano da Criação da Diocese, está construindo, em Campinas, uma segunda Casa para ampliar e acolher nossos seminaristas da Teologia. Estas novas dependências contam com 17 quartos, capela, sala de estar, sala de visitas, escritório do Reitor, garagem, cozinha e amplo refeitório". Está sendo programado o translado dos restos mortais do segundo Bispo Diocesano – Dom Gastão Liberal Pinto – para a nossa Catedral, possivelmente no dia 4 de novembro – Festa de São Carlos Borromeo. Dom Joviano, em apenas 2 anos de episcopado, já nos legou todos esses benefícios, mostrando-se atento as exigências da Igreja e disposto às transformações necessárias. No momento estuda-se amplamente a instituição dos Vigários Episcopais.

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Bispo Auxiliar - Dom Sérgio Aparecido Colombo

Nascido na cidade de Cajobí, Estado de São Paulo, aos 29 de agosto de 1954, filho de Antonio Colombo e Natalina Fiorotto Colombo, Dom Sérgio Aparecido Colombo deixou sua terra natal aos seis anos de idade para viver com seus pais na cidade de Americana-SP, onde cultivou no coração o desejo que já trazia no coração de consagrar-se inteiramente a Deus.
Cursou o primário no Colégio Divino Salvador, em Americana-SP, e o primeiro e segundo graus no Instituto de Educação Estadual Presidente Kennedy, também em Americana.
Ingressou no Seminário Arquidiocesano da Imaculada Conceição, em Campinas-SP, no ano de 1974, onde cursou a Filosofia. Paralelamente cursou dois anos de Serviço Social (teoria) na Pontifícia Universidade Católica de Campinas.
Em 1977 iniciou o curso de Teologia na Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção, em São Paulo-SP. Convalidou o curso de Filosofia na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras das Faculdades Associadas do Ipiranga, em São Paulo.
Foi ordenado Diácono em 1º de junho de 1979, e sua ordenação presbiteral ocorreu no dia 06 de agosto de 1980, na Paróquia do Senhor Bom Jesus de Americana, onde viveu grande parte da sua vida cristã.
Após ser ordenado padre, exerceu os seguintes ministérios: Pároco nas Paróquias do Senhor Bom Jesus (1980-1982) e São Manoel (1983-1987), ambas em Leme-SP; Auxiliar na Paróquia de Santa Cruz, em Santa Cruz da Conceição-SP (1983-1984); Vigário Episcopal na Diocese (1985-1987) na Região Centro Norte (1994-1996) e na Região Centro; Diretor Espiritual dos alunos de Teologia no Seminário Diocesano (1986-1988) e dos alunos de Filosofia (1993-1995); Coordenador Diocesano de Pastoral (1988-1993); Orientador da Pastoral dos Seminaristas (1996-1997) e, por dez anos, Mestre de Cerimônias do Sólio Diocesano.
Ao longo do exercício do Ministério participou de cursos de extensão universitária nas áreas de Parapsicologia e Religião, no Centro Latino Americano de Parapsicologia, Liturgia e Pastoral.
Depois de mais de 20 anos de vida sacerdotal atuando na província de Campinas, Dom Sérgio foi eleito pelo Papa João Paulo II, no dia 10 de outubro de 2001, Bispo auxiliar de São Carlos-SP. Sua ordenação episcopal ocorreu no dia 06 de janeiro de 2002, em Americana, tendo iniciado seu Ministério Episcopal em 1º de fevereiro de 2002.
Quando nomeado Bispo, Dom Sérgio exercia o Ministério de Pároco em Iracemápolis-SP, Diocese de Limeira (1988-2001), e era membro do Conselho Episcopal, do Conselho Presbiteral, do Colégio de Consultores, Vigário Geral da Diocese, colaborador na Escola Diocesana de Teologia e Secretário das reuniões dos Senhores Bispos do Sub-Regional de Campinas.
No dia 3 de dezembro de 2003 foi nomeado Bispo Titular da Diocese de Paranavaí, cuja Posse Canônica deu-se no dia 1º de fevereiro de 2004.
O seu Lema Episcopal é "Sicut Qui Ministrat" ("Como aquele que serve"), extraído do capítulo 22 do Evangelho segundo Lucas, indicando o sentido da vocação assumida por Dom Sérgio: o serviço à Igreja de Jesus Cristo e a disponibilidade para a construção do Reino de Deus.


Na solenidade da Epifania do Senhor, 05/01/2002, Dom Sérgio Aparecido Colombo recebeu a ordenação episcopal, em Americana-SP. Foram seus ordenantes Dom Ercílio Turco, Bispo Diocesano de Limeira, Dom Fernando Legal, Bispo de São Miguel Paulista e que foi Bispo de Limeira e o Bispo de São Carlos que o recebe como auxiliar.  É o primeiro Bispo auxiliar que a Diocese recebe em seus 94 anos de história. A chegada de um Bispo é ocasião para vivenciarmos o mistério da Igreja. Jesus quis que os Apóstolos e seus sucessores - os Bispos - levassem avante a missão que o Pai lhe confiou. O Bispo sinaliza a presença de Jesus, o bom Pastor, que veio para servir e dar a vida pelo rebanho. A palavra Bispo vem do grego e significa aquele que do alto está vigilante. Ele é o guarda da Casa do Senhor. Seu ministério, a serviço da caridade, consiste em anunciar a boa-nova de Jesus Cristo não somente aos que estão em casa, às nossas comunidades, mas também aos que ainda "não pertencem ao rebanho" . A ele, a Igreja confia a presidência da liturgia para que por palavras, exemplos e orações, ele seja instrumento de salvação para o povo de Deus. Chamado a apascentar o rebanho do Senhor, o Bispo administra a comunidade de irmãos e irmãs que lhe é confiada, ou seja, exerce o múnus do governo. Assim diz o Direito Canônico a respeito do Bispo Diocesano: "O Bispo auxiliar toma posse de seu ofício quando apresenta o documento apostólico de nomeação ao Bispo Diocesano, estando presente o chanceler da Cúria que deve lavrar a ata do dia" (CDC Cân. 404, #2).
Dom Sérgio foi recebido e tomou posse de seu ofício de Bispo Auxiliar e foi constituído Vigário Geral no dia 1º de Fevereiro, às 20:00h, no átrio da Matriz de N.S. do Patrocínio, em Jaú. Na qualidade de Bispo Auxiliar foi integrado ao colegiado episcopal juntamente com os quatro vigários episcopais e o secretário de Pastoral. Faz parte do Conselho de Presbíteros e do Colégio de Consultores. Ele acompanha a Escola Diaconal e a coordenação das Escolas de Agentes de Pastoral, além de integrar a equipe de animação do ano missionário, a ser celebrado em 2003. Dom Sérgio está a disposição das Regiões Episcopais de Jaú, RE-3 e Matão, RE-4, em seu escritório central à Rua Riachuelo, 304, perto da matriz de N.S. do Patrocínio, em Jaú. Uma vez por semana vai à Cúria Diocesana de São Carlos para atendimento e despachos de seu ofício.

5º Bispo: Dom Paulo Sérgio Machado

Dom Paulo Sérgio Machado (Patrocínio, 22 de novembro de 1945) é um sacerdote católico brasileiro, sexto bispo da Diocese de São Carlos, transferido da Diocese de Ituiutaba (Minas Gerais), onde era bispo diocesano desde 1989.
Dom Paulo Sérgio nasceu no interior de Minas Gerais, irmão gêmeo do padre Sérgio Paulo Machado, filhos do casal João Olímpio Machado e Maria Rabelo.

O ensino fundamental foi feito no Grupo Escolar Osório Morais, em Coromandel (MG), e o ensino médio no Seminário São José, em Uberaba (MG). Cursou Filosofia na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Guaxupé (MG) e na Faculdade de Filosofia de Ciências e Letras de Divinópolis (MG).
Cursou Teologia no Instituto de Filosofia e Teologia da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais e a Especialização em Teologia Pastoral na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma.
Exerceu o ministério como Pároco em Coromandel e Vigário-geral da Diocese de Patos de Minas. Foi professor em um seminário e em diversos colégios, Secretário de Educação do município de Coromandel.
Escolhido segundo bispo de Ituiutaba aos 26 de julho de 1989, recebeu a ordenação episcopal em Coromandel aos 24 de setembro do mesmo ano. Tomou posse da diocese no dia 12 de outubro de 1989.
No dia 22 de novembro de 2006, o Papa Bento XVI, nomeou-o bispo da Diocese de São Carlos. Tomou posse dia 26 de janeiro de 2007, na Catedral de São Carlos Borromeu, em São Carlos (SP).

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